Diário de alguém que sonha ser Mãe e tem o difícil papel de tratar a infertilidade por tu.

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Domingo, 1 de Janeiro de 2017

Bem Vindo 2017!

Hoje é o primeiro dia do Ano. Várias promessas se fazem, desejos se pedem e ainda está tanto por escrever. Eu confesso que a única coisa que pedi foi saúde para os meus filhos. Nada na vida pode ser mais importante do que ter saúde. E com a notícia a fechar o ano de 2016 que o meu mais velho vai ter que se sujeitar a uma cirurgia, porque além de ter líquido nos testículos, os dois canais abertos, tem também uma pequena hérnia deixou-me triste... A médica tranquilizou-me dizendo que apesar de ser trabalhoso, era apenas um pontinnho e que tudo seria muito simples...mas claro, eu sabendo o que a casa gasta e já tendo passado há um ano e meio por uma operação com ele não queria de todo que o desfecho tivesse sido este. Portanto, resumindo e concluindo, este mês vou tratar de marcar as coisas para ele e para ela, já que aquela teimosa fontanela não fecha! Que dois, que preocupação... que grande chatice... análises, jejuns, anestesia geral... que grande começo de ano... Claro que poderão estar a pensar, ela só se queixa... há tanta gente pior. Claro que há e eu nem me atrevo a comparar-me e só lhes desejo o melhor, mas quando são os nossos filhos sentimos sempre bastante. É uma força maior. A Mãe protectora revela-se automaticamente. Deus há-de ajudar-nos e tudo não passará de mais uma história aqui escrita.

Enquanto isso o nosso Natal foi mauzito, até me sinto "culpada e mal agradecida" a escrever assim, mas de facto foi difícil. O miudo esteve insuportável, birra a toda a hora, asneiras sem parar, dos piores dias, ela esteve péssima da barriga e prisões de ventre andei com babygel sempre atrás de nós, entre coisas mais, e o meu marido esteve doente também, portanto um desânimo. "Felizmente" (logo eu que Amo o Natal...) passou e a passagem de ano correu bem melhor. Já tudo com saúde, bem dispostos e tal, foi uma leveza e um sossego. Uma coisa que noto é que o meu filho tem uma necessidade imensa de brincar e quase nunca tem quem o acompanhe, o que o deixa frustrado e por vezes o leva a asneirar. Quer brincar constantemente mas sempre acompanhado e aqui entra o cerne da questão. Hoje em dia os miudos não brincam. Ou melhor brincam de outra forma que não a dele, que adora correr, saltar rebolar no chão, atirar com carros, colar fita cola pela casa fora enfim...  as crianças agora parecem só gostar de tablets, de jogos online, de vídeos no youtube... o que acaba por prejudicar a parte social. De facto o António não consegue que levantem o rabo e brinquem com ele (sem ser os miudos da escolinha que brincam claro ) os outros trazem sempre os seus ipads, coisa que eu nunca levaria para lado nenhum que fosse se a ideia fosse ele estar com outras crianças... fazendo-o passar por chato. Pelo miúdo que não pára de dizer "ninguem quer brincar comigo" e não os deixa ver as coisas em paz. É certo que cada criança escolhe se quer ou não brincar e se quer ou não brincar a determinada coisa, mas penso que os pais também têm a sua quota parte de responsabilidade. Porque o meu filho pode ser um chato e é  mas sinceramente acho que ele é que está bem.  Mais miudos fossem assim e iam ver menos birras e chatices, se os tirassem de casa e os mandassem correr e desgastar uns com os outros como no nosso tempo, ainda que agora com total supervisão. Iam ver que os ipads acabariam por ser trocados. Ok, eles não são sedentários porque andam em mil actividades respondem vocês, não eles não são anti sociais porque vão a mil aniversários eu sei, mas a parte infantil da coisa, o contacto físico, o estar com o outro sem ser por combinação mas simplesmente porque sim, a imaginação pura parece-me cada vez mais raro...

Nota  - o meu filho também usa o ipad do pai e adora, mas dá sempre preferência à brincadeira a sério.

Aproveito para vos desejar um óptimo ano de 2017 e que corra tudo pelo melhor, só com os outros felizes poderemos ser também.


publicado por Embuscadamaternidade às 22:32

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